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20 de novembro de 2017

26 de novembro: Lançamento oficial do ano do laicato


Dioceses de todo o País, durante a festa de Cristo Rei, no dia 26 de novembro, celebrarão o início do Ano Nacional do Laicato. Com o intuito de promover a transformação da sociedade, traz como tema “Cristãos leigos e leigas, sujeitos na ‘Igreja em saída’, a serviço do Reino”.

O bispo de Caçador (SC) e presidente da Comissão Episcopal Especial para o Ano do Laicato, Dom Severino Clasen, afirma que a intenção é trabalhar a mística do apaixonamento e seguimento a Jesus Cristo. “Isto leva o cristão leigo a tornar-se, de fato, um missionário na família e no trabalho, onde estiver vivendo”, disse o bispo.

O Ano do Laicato terá como objetivo geral: “Como Igreja, Povo de Deus, celebrar a presença e a organização dos cristãos leigos e leigas no Brasil; aprofundar a sua identidade, vocação, espiritualidade e missão; e testemunhar Jesus Cristo e seu Reino na sociedade”.

O destaque ficará por conta do estudo e prática do Documento nº 105 e demais documentos do Magistério, em especial do Papa Francisco, sobre o Laicato, estimulando a participação e atuação dos leigos e leigas. Além disso, durante este período, serão realizados seminários regionais e temáticos, eventos, publicação de livros e de mensagens.

Dom Severino espera que o Ano do Laicato sirva de motivação para que a sociedade se engaje cada vez mais com as questões sociais, propondo, debatendo e apresentando ideias. “O legado que a celebração quer deixar é o envolvimento de toda a sociedade para que faça a auditoria da dívida pública. Como fazer? Com o espírito cristão, com a luz do Espírito Santo, com a consciência de igreja para transformar o mundo”, declarou.

Durante o Ano do Laicato, também, serão comemorados os 30 anos do Sínodo Ordinário sobre os Leigos (1987) e da Exortação Apostólica Christifideles Laici, de São João Paulo II, sobre a vocação e a missão dos leigos na Igreja e no mundo (1988). A comemoração terá como eixo central a presença e a atuação dos cristãos leigos e leigas como “ramos, sal, luz e fermento” na Igreja e na sociedade.

Fonte: CNBB

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