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11 de março de 2013

4º Domingo da Quaresma

A cor Liturgica usada por Padre Marcelo foi o rosa, variação mais clara do roxo, representa uma quebra na austeridade do Advento e da Quaresma, simbolizando uma alegria contida, podendo ser usada nos domingos Gaudete (III do Advento) e Lætare (IV da Quaresma), ocasiões em que também poderá ser utilizado o roxo.  

A matriz de Nossa Senhora do Rosário estava repleta de fiéis, neste domingo de Quaresma, domingo da reconciliação e alegria, onde ouvimos com atenção uma das parábolas mais bonitas do Novo Testamento.
Ela situa-se no meio da viagem de Jesus a Jerusalém, onde os que os rodeiam, são  cobradores de impostos e pecadores, os marginalizados dessa época. Essa proximidade de Jesus deles, com os quais partilha as refeições, indo a suas casas, não é bem vista pelas autoridades religiosas. No meio dessa tensão, entres os "pecadores" e os "justos", Lucas coloca nos lábios de Jesus esta parábola.

O Pai tem dois filhos e o mais novo pede a parte da herança que lhe corresponde. Diante desta solicitude o Pai poderia ter reagido fortemente, já que um filho pedir a herança é dá-lo por morto! Porém Ele lhe entrega sua parte, e o deixa partir. Chama a atenção esta atitude do Pai: não é por falta de amor que age dessa maneira, antes por amor. Com o coração sangrando respeita a decisão tomada pelo filho. Prova do amor que ele sente pelo filho é que cada dia espera seu retorno. E é esse amor que o filho experimentou tantas vezes ao longo de sua vida, a força que o faz "cair em si", no meio da miséria que está vivendo, e mais ainda é o "ímã" que o coloca no caminho para a casa paterna.

Contemplemos agora o que o Pai faz sem pronunciar nenhuma palavra, seus gestos e seu silêncio pleno de amor o dizem tudo! O "abraçou e o cobriu de beijos".
Neste encontro, o Pai que Jesus nos apresenta na sua parábola tem atitudes, comportamentos que nos revelam seus rasgos maternos e paternos. Sim, o Deus de Jesus, nosso Deus é Pai e Mãe.
Depois do abraço, o Pai urgido pelo amor continua agindo: "Tragam a melhor túnica. Coloquem um anel, peguem o novilho...", tudo é pouco para esta grande festa que celebra a nova vida do filho:"Porque este meu filho estava morto, e tornou a viver; estava perdido, e foi encontrado".
Coragem! Deus nos aguarda para participar da festa da comunhão, da vida, da família de seus filhos e filhas!
Todos são convidados/as para este banquete. Olhemos novamente para o Pai da parábola, quando se da conta de que seu outro filho mais velho não está na festa: "sai" a seu encontro, como saiu ao encontro do filho mais novo. Os dois são preciosos aos seus olhos.

Como os preconceitos, os rancores, as ambições podem nos excluir da festa, fazer-nos excluir dela, os outros! Não resistamos a esse convite, mudemos todo pensamento, atitude, ação que exclui. Movidos pelo amor de Deus, empenhemos nossa vida para que mulheres e homens de diferentes línguas, raças e religiões participemos nos banquete, já nesta terra do Deus da vida.

Ao termino da Santa Missa se cantou parabéns em ação de graças aos dizimistas aniversariantes da semana e foi feito sorteios aos dizimistas do mês.

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