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3 de fevereiro de 2017

Jovem curitibana lidera delegação brasileira da EdC junto ao Papa

No sábado (04/02), o Papa Francisco vai receber na Sala Paulo VI, cerca de 1100 protagonistas da Economia de Comunhão (EdC), em grande parte empresárias e empresários que optaram por este estilo de vida pessoal e empresarial. Com eles estarão muitos jovens, pesquisadores e professores que por meio dos estudos e da atividade acadêmica, querem dar um fundamento teórico ao binômio economia-comunhão.

Como surgiu a EdC

A Economia de Comunhão nasceu em 1991, a partir de uma reação à situação escandalosa das favelas que circundam a cidade de São Paulo. A fundadora do Movimento dos Focolares, Chiara Lubich, convidou um grupo de empresários a fundar empresas que, seguindo as leis do mercado, pudessem produzir renda “a ser colocada livremente em comunhão”. O objetivo era soerguer os pobres, oferecer emprego e promover a cultura do dar, em alternativa à cultura do ter.

Desde então, passaram-se 26 anos e hoje a EdC encontra espaço em qualquer área geográfica e cultural, pobre e rica. Numerosos os participantes da Ásia: China, Coreia, Filipinas, Hong Kong, Índia, Malásia, Singapura, Tailândia, Vietnã. A África está bem representada: Burquina Faso, Burundi, República dos Camarões, Costa do Marfim, Etiópia, Uganda, Nigéria, República Democrática do Congo.

Presença maciça de emrpesários de todo o mundo

Na audiência com o Papa, estarão presentes empresários de 20 nações da Europa, a Austrália e ainda, 11 países das Américas: Argentina, Bolívia, Canadá, Chile, Cuba, México, Panamá, Paraguai, Uruguai, EUA e Brasil. 

A curitibana Maria Helena Ferreira Fonseca Faller é a Presidente da ANPECOM, Associação Brasileira de Economia e Comunhão. Ela descreve o perfil do empresário brasileiro que adere à EdC aqui.


Aqui, Maria Helena Fonseca Faller fala da importância deste encontro com o Papa para a EdC.


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