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31 de janeiro de 2017

Instituição faz digitalização de arquivos da Arquidiocese de Natal

Jorge Silva atuando no processo
 de digitalização,na sala do arquivo
 da Arquidiocese
A Arquidiocese de Natal e a instituição americana Family Search Internacional firmaram uma parceria para a digitalização dos arquivos da cúria metropolitana, bem como das paróquias que compõem o território arquidiocesano. Esse projeto, além de garantir a preservação das informações contidas nos documentos, permitirá o acesso a dados relevantes para a pesquisa de história das famílias. 

A parceria foi firmada em novembro do ano passado e o trabalho de digitalização já está sendo realizado. Nestes primeiros meses, um funcionário da Family Search montou os equipamentos, na sala do arquivo arquidiocesano, situada no subsolo da Catedral Metropolitana, onde faz o trabalho de digitalização de documentos da Igreja. Depois, ele seguirá para as paróquias do interior do Estado.

O processo

Quando registros são destruídos, perdem-se para sempre dados importantes acerca do passado. Por outro lado, os frágeis documentos históricos sofrem constante deterioração devido ao uso frequente. Em compensação, registros preservados digitalmente ou em microfilme podem ser utilizados repetidas vezes e reproduzidos conforme a necessidade, enquanto os documentos originais permanecem intactos, íntegros e em bom estado para as gerações futuras.

Em colaboração com instituições que criam e guardam registros, o Family Search começou a microfilmar e armazenar registros em 1938. Os projetos de digitalização começaram em 1998. De 1938 até hoje, a instituição microfilmou em mais de 110 países. Ele fornece às instituições mantenedoras dos documentos originais uma cópia de seus registros no formato em que foram adquiridos. Além disso, os microfilmes e imagens digitais que armazena servem de cópias de segurança de arquivos gerais de todo o mundo, constituindo-se numa proteção essencial caso ocorram danos ou perdas. 

A Arquidiocese de Natal já recebeu esse projeto no período em que os arquivos eram microfilmados. Nesta nova modalidade, que utiliza a tecnologia digital, os livros que antes não foram digitalizados, agora passarão por esse processo. O processo se utiliza de um mecanismo de captura de imagens, através de uma câmera fotográfica de alta resolução. As imagens geradas passam por um programa de computador, que no processo seguinte, as armazena em um HD. O processo é feito por um especialista em geração de imagem e, no território arquidiocesano, quem está conduzindo este trabalho é Jorge Silva, da Family Search . Segundo Jorge, desde o início da parceria até o momento, já foram feitas mais de cinco mil imagens dos livros arquidiocesanos. O atual processo de digitalização contempla livros de batismo, casamento, óbitos e o acervo do Jornal A Ordem.

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