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15 de janeiro de 2016

A Abertura da Porta Santa, na Igreja matriz de Sant’Ana, em Santana do Matos.

A Porta Santa, do Ano Jubilar Extraordinário da Misericórdia foi aberta no dia 13 de janeiro 2016, na Igreja matriz de Sant’Ana, em Santana do Matos/RN. A programação iniciou com uma procissão luminosa, às 18:00h, saindo da Capela Frei Damião, no bairro Alto da Boa Vista, com destino à matriz, onde aconteceu o rito de abertura da Porta Santa, em seguida, celebração da santa missa.
Após a abertura da Porta Santa, na Matriz de Sant'Ana, foi celebrada a missa presidida por Dom Matias (Arquidiocese de Natal) e concelebrada pelos Padres: Josino Raimundo(Paróquia de Sant'Ana), Severino Neto(Paróquia de Angicos), Manoel Alaíde(Paróquia de Pedro Avelino), Zezinho (Paróquia de Lajes), Gilmar Vitor( Paróquia de angicos) Padre Bianor, administrador paroquial de Ceará Mirim e Padre Marcelo Coutinho da Paróquia Nossa Senhora do Rosário que conduziu dois ônibus de fieis do Alto do Rodrigues/RN.
Em Santana do Matos, a Porta Santa havia sido fechada no dia 13 de dezembro 2016, por ocasião da missa de encerramento da Festa de Santa Luzia. Na porta, foram esculpidos os brasões do Vaticano, da Arquidiocese de Natal, da Paróquia de Sant’Ana, além do símbolo do Ano da Misericórdia.
Uma Porta Santa é uma porta aberta pelo Papa para marcar simbolicamente o início de um Ano Santo. Cada uma das basílicas maiores tem a sua Porta Santa, que é fechada neste período especial.
Tradição de abertura da Porta Santa  
A tradição remonta a 1423, ano em que o Papa Martinho V abriu, pela primeira vez na história, um ano jubilar através de uma Porta Santa na Basílica de São João de Latrão.
A abertura da Porta Santa da Basílica de São Pedro remonta ao Natal de 1499. Nessa ocasião o Papa Alexandre VI quis que as Portas Santas fosse abertas não apenas em São João de Latrão mas também nas outras basílicas maiores, a de São Pedro, a de Santa Maria Maior e  a de São Paulo Extramuros. Até ao Jubileu do ano 2000 era costume que o Papa abrisse a Porta Santa da Basílica de São Pedro, delegando depois esse poder a um cardeal para a abertura das portas das três outras basílicas. O Papa João Paulo II  rompeu esta tradição fazendo ele mesmo a abertura e fecho de todas as quatro Portas Santas de Roma: a da Basílica de São Pedro foi a primeira a ser aberta e a última a ser fechada.
Em Roma e em todas as dioceses do mundo, ao cruzar a Porta Santa, queremos também recordar outra porta que, há cinquenta anos, os Padres do Concílio Vaticano II escancararam ao mundo. Esta efeméride não pode lembrar apenas a riqueza dos documentos emanados, que permitem verificar até aos nossos dias o grande progresso que se realizou na fé. Mas o Concílio foi também, e primariamente, um encontro; um verdadeiro encontro entre a Igreja e os homens do nosso tempo. Um encontro marcado pela força do Espírito que impelia a sua Igreja a sair dos baixios que por muitos anos a mantiveram fechada em si mesma, para retomar com entusiasmo o caminho missionário. Era a retomada de um percurso para ir ao encontro de cada homem no lugar onde vive: na sua cidade, na sua casa, no local de trabalho... em qualquer lugar onde houver uma pessoa, a Igreja é chamada a ir lá ter com ela, para lhe levar a alegria do Evangelho e levar a Misericórdia e o perdão de Deus. Trata-se, pois, de um impulso missionário que, depois destas décadas, retomamos com a mesma força e o mesmo entusiasmo. O Jubileu exorta-nos a esta abertura e obriga-nos a não transcurar o espírito que surgiu do Vaticano II, o do Samaritano, como recordou o Beato Paulo VI na conclusão do Concílio. Atravessar hoje a Porta Santa compromete-nos a adaptar a misericórdia do bom samaritano. Papa Francisco
 http://www.news.va/pt/news/santa-missa-e-abertura-da-porta-santa-homilia-do-papa
https://pt.wikipedia.org/wiki/Porta_Santa

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