Festival de Prêmios

"Nada te perturbe, nada te amedronte. Tudo passa, a paciência tudo alcança. A quem tem Deus nada falta. Só Deus basta!!!

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Símbolos da quaresma e seus significados

Cinzas: sinal de humildade. Com as cinzas é feito uma cruz na testa dos fiéis na Quarta-feira de cinzas – primeiro dia da quaresma. Significam nossa limitação e representam a consciência do nada em relação ao criador e que tudo um dia terá um fim.
  • Deserto: local árido, inabitado. Na Bíblia representa momento de reflexão, de oração, de recomeço que une o homem a Deus. Na quaresma é um convite à introspecção.
  • Jejum: simboliza a renúncia de tudo aquilo que nos escraviza. Não é apenas a simples abstenção de comida, mas sim de todo apego material. O jejum por si só não tem valor se não levar o homem a uma mudança de mentalidade e aprofundamento espiritual.
  • Cor Roxa: simboliza penitencia e uma profunda interiorização num tempo forte de conversão, de jejum e oração em preparação a um grande acontecimento.
  • Cruz: a quaresma convida a olhar para a cruz, de forma a aceitar os sofrimentos da vida cotidiana, como Jesus Cristo aceitou sua dor, e depois venceu a morte. O mundo atual rejeita todo tipo de sofrimento, do qual ninguém está imune. Ao olhar para a cruz o homem deve revigorar sua fé, sabendo que Deus provêrá.
  • Incenso: Sua fumaça sobe aos céus. Nas celebrações eucarísticas significa as orações, sacrifícios e ofertas do homem que chegam até Deus. O incenso incita os sentidos à oração.


segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

O que é Quaresma:

Quaresma é a designação do período de quarenta dias que antecedem a principal celebração do cristianismo: a Páscoa, a ressurreição de Jesus Cristo, que é comemorada no domingo e praticada desde o século IV.
A Quaresma começa na Quarta-feira de Cinzas e termina no Domingo de Ramos, anterior ao Domingo de Páscoa. Durante os quarenta dias que precedem a Semana Santa e a Páscoa, os cristãos dedicam-se à reflexão, a conversão espiritual e se recolhem em oração e penitência para lembrar os 40 dias passados por Jesus no deserto e os sofrimentos que ele suportou na cruz. 

- Veja também o significado de Quarta-feira de Cinzas e Páscoa.
  • Durante a Quaresma a Igreja veste seus ministros com vestimentas de cor roxa, que simboliza tristeza e dor. A quarta feira de cinzas é um dia usado para lembrar o fim da própria mortalidade. É costume serem realizadas missas onde os fiéis são marcados na testa com cinzas. Essa marca normalmente permanece na testa até o pôr do sol. Esse simbolismo faz parte da tradição demonstrada na Bíblia, onde vários personagens jogavam cinzas nas suas cabeças como prova de arrependimento.
Na Bíblia, o número quarenta é bastante frequente, para representar períodos de 40 dias ou quarenta anos, que antecedem ou marcaram fatos importantes: 
  • 40 dias de dilúvio, quarenta dias de Moisés no Monte Sinai, 40 dias de Jesus no deserto antes de começar o seu ministério, 40 anos de peregrinação do povo de Israel, no deserto etc.
Cerca de duzentos anos após o nascimento de Cristo, os cristãos começaram a preparar a festa da Páscoa com três dias de oração, meditação e jejum. Por volta do ano 350 a Igreja aumentou o tempo de preparação para quarenta dias e foi assim que surgiu a Quaresma.
http://www.significados.com.br/quaresma/

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Missa do 1º Domingo da Quaresma

Padre Marcelo Coutinho, celebrou na Paróquia Nossa Senhora do Rosário, em Alto do Rodrigues/RN, a Missa do 1º Domingo da Quaresma.
Aspergi-me Senhor e serei purificado lavai-me e serei mais branco. 
Quaresma é tempo de conversão e preparação para celebrarmos a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte. 
 Iluminado pelo Espírito de Deus, Jesus vence as propostas tentadoras e  nos aponta o caminho para levarmos adiante o reino de verdade e amor que ele nos trouxe.
 Verdade e amor são os caminhos do Senhor
 Gloria a vós ó Cristo, Verbo de Deus
Renovai, Senhor, o vosso povo!
 
Receba Senhor com prazer o que vimos te oferecer.
Ó Pai, alegria e esperança de vosso povo,
vós conduzis a Igreja, servidora da vida,
nos caminhos da história.

A exemplo de Jesus Cristo e ouvindo sua palavra
que chama à conversão,
seja vossa Igreja testemunha viva de fraternidade
e de liberdade, de justiça e de paz.

Enviai o vosso Espírito da Verdade
para que a sociedade se abra
à aurora de um mundo justo e solidário,
sinal do Reino que há de vir.
Por Cristo Senhor nosso.
Amém!
Na eucarístia, renovamos a aliança com Deus. 

 O corpo e o sangue de Jesus são o sinal do amor de Deus por nós e pedem nossa resposta de conversão.
A Eucaristia como sacramento da vitória pascal.
A participação na mesa eucarística, seguindo a lógica das Escrituras e dos Santos Padres nos faz vencer as tentações do caminho.
O primeiro domingo da Quaresma, portanto, nos indica claramente o horizonte de vitória pascal da qual já participamos, e ao qual, constantemente, devemos converter o coração.
A Quaresma é um tempo especial para renovarmos o batismo, o qual é participação na reconciliação do sacrifício realizado por Cristo.
Parabéns aos dizimistas aniversariantes da semana.

Campanha da Fraternidade 2015


Tema:“Fraternidade: Igreja e Sociedade”
Lema: “Eu vim para servir” (cf. Mc 10,45)

29 de março de 2015 - Domingo de Ramos - Coleta Nacional da Solidariedade
Coleta - Pão e justiça para todas as Pessoas
Igreja e Sociedade - CF 2015
Objetivos desta Campanha da Fraternidade:
- Objetivo geral da CF - 2015 CNBB

01 - Aprofundar, à luz do Evangelho, o diálogo e a colaboração entre a Igreja e a sociedade, propostos pelo Concílio Ecumênico Vaticano II, como serviço ao povo brasileiro, para a edificação do Reino de Deus.

- Objetivos específicos da CF - 2015 CNBB

01 - Fazer memória do caminho percorrido pela Igreja com a sociedade, identificar e compreender os principais desafios da situação atual.

02 - Apresentar os valores espirituais do Reino de Deus e da doutrina Social da Igreja, como elementos autenticamente humanizastes.

03 - Identificar as questões desafiadoras na evangelização da sociedade e estabelecer parâmetros e indicadores para a ação pastoral.

04 - Aprofundar a compreensão da dignidade da pessoa, da integridade da criação, da cultura da paz, do espírito e do diálogo inter-religioso e intercultural, para superar as relações desumanas e violentas.

05 - Buscar novos métodos, atitudes e linguagens na missão da Igreja de Cristo de levar a Boa Nova a cada pessoa, família e sociedade.

06 - Atuar profeticamente, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, para o desenvolvimento integral da pessoa e na construção de uma sociedade justa e solidária.



Fonte: http://portalkairos.net/campanhadafraternidade

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Missa da quarta feira de Cinzas

O Senhor nos reune para darmos inicio à caminhada quaresmal. Quarenta dias nos separam da grande festa da Páscoa. 
Deixemo-nos reconciliar com Deus, trilhando o caminho da conversão que a Quaresma e a Campanha da Fraternidade nos propõem. 

Iniciando  a caminhada quaresmal é a expressão de nosso desejo de conversão e vida nova. 
Agora o tempo se cumpriu, o reino já chegou; irmãos, convertam-se e creiam firmes no evangelho!
hoje (18/02) é lançada a Campanha da Fraternidade 2015. Com o tema escolhido Fraternidade: Igreja e Sociedade e o lema "Eu vim para servir". 

A ideia é aprofundar, a partir do Evangelho, o diálogo e a colaboração entre a Igreja e a sociedade como serviço ao povo brasileiro. A campanha propõe ainda buscar novos métodos, atitudes e linguagens na missão da Igreja de levar a palavra a cada pessoa. 
A Campanha da Fraternidade começa nesta Quarta-feira (18) de Cinzas e vai até o Domingo de Ramos, no dia 29 de março.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Convite para a Missa de Cinzas em Alto do Rodrigues


Padre Marcelo Coutinho convida todos para Missa de Cinzas, as 19:30h, na Matriz de Nossa Senhora do Rosário.
A quarta feira de cinzas é o primeiro dia da quaresma no calendário Cristão Ocidental. As cinzas que os Cristãos católicos recebem neste dia são um símbolo para a reflexão sobre o dever da conversão, da mudança de vida, recordando a passageira, transitória, efêmera fragilidade da vida humana, sujeita a morte.


Enfim, um tempo de nos convertermos verdadeiramente, voltar-mos para Deus e nos arrepender de nossas más atitudes e nossos maus pensamentos.

Mensagem do Papa Francisco para a Quaresma 2015

brasão do Papa Francisco
MENSAGEM

Mensagem do Papa Francisco para a Quaresma 2015
Terça-feira, 27 de janeiro de 2015

“Fortalecei os vossos corações” (Tg 5, 8)

Amados irmãos e irmãs,
Tempo de renovação para a Igreja, para as comunidades e para cada um dos fiéis, a Quaresma é sobretudo um «tempo favorável» de graça (cf. 2 Cor 6, 2).  
Deus nada nos pede, que antes não tenha dado: «Nós amamos, porque Ele nos amou primeiro» (1 Jo 4, 19). Ele não nos olha com indiferença; pelo contrário, tem a feito cada um de nós, conhece-nos pelo nome, cuida de nós e vai à nossa procura, quando O deixamos. Interessa-Se por cada um de nós; o seu amor impede-Lhe de ficar indiferente perante aquilo que nos acontece. Coisa diversa se passa conosco! Quando estamos bem e comodamente instalados, esquecemo-nos certamente dos outros (isto, Deus Pai nunca o faz!), não nos interessam os seus problemas, nem atribulações e injustiças que sofrem; e, assim, o nosso coração cai na indiferença: encontrando-me relativamente bem e confortável, esqueço-me dos que não estão bem! Hoje, esta atitude egoísta de indiferença atingiu uma dimensão mundial tal que podemos falar de uma globalização da indiferença. Trata-se de um mal-estar que temos obrigação, como cristãos, de enfrentar.
Quando o povo de Deus se converte ao seu amor, encontra resposta para as questões que a história continuamente nos coloca. E um dos desafios mais urgentes, sobre o qual me quero deter nesta Mensagem, é o da globalização da indiferença.
Dado que a indiferença para com o próximo e para com Deus é uma tentação real também para nós, cristãos, temos necessidade de ouvir, em cada Quaresma, o brado dos profetas que levantam a voz para nos despertar.
A Deus não Lhe é indiferente o mundo, mas ama-o até ao ponto de entregar o seu Filho pela salvação de todo o homem. Na encarnação, na vida terrena, na morte e ressurreição do Filho de Deus, abre-se definitivamente a porta entre Deus e o homem, entre o Céu e a terra. E a Igreja é como a mão que mantém aberta esta porta, por meio da proclamação da Palavra, da celebração dos Sacramentos, do testemunho da fé que se torna eficaz pelo amor (cf. Gl 5, 6). O mundo, porém, tende a fechar-se em si mesmo e a fechar a referida porta através da qual Deus entra no mundo e o mundo n'Ele. Sendo assim, a mão, que é a Igreja, não deve jamais surpreender-se, se se vir rejeitada, esmagada e ferida.
Por isso, o povo de Deus tem necessidade de renovação, para não cair na indiferença nem se fechar em si mesmo. Tendo em vista esta renovação, gostaria de vos propor três textos para a vossa meditação.
1. «Se um membro sofre, com ele sofrem todos os membros» (1 Cor 12, 26): A Igreja.
Com o seu ensinamento e sobretudo com o seu testemunho, a Igreja oferece-nos o amor de Deus, que rompe esta reclusão mortal em nós mesmos que é a indiferença. Mas, só se pode testemunhar algo que antes experimentámos. O cristão é aquele que permite a Deus revesti-lo da sua bondade e misericórdia, revesti-lo de Cristo para se tornar, como Ele, servo de Deus e dos homens. Bem no-lo recorda a liturgia de Quinta-feira Santa com o rito do lava-pés. Pedro não queria que Jesus lhe lavasse os pés, mas depois compreendeu que Jesus não pretendia apenas exemplificar como devemos lavar os pés uns aos outros; este serviço, só o pode fazer quem, primeiro, se deixou lavar os pés por Cristo. Só essa pessoa «tem a haver com Ele» (cf. Jo 13, 8), podendo assim servir o homem.
A Quaresma é um tempo propício para nos deixarmos servir por Cristo e, deste modo, tornarmo-nos como Ele. Verifica-se isto quando ouvimos a Palavra de Deus e recebemos os sacramentos, nomeadamente a Eucaristia. Nesta, tornamo-nos naquilo que recebemos: o corpo de Cristo. Neste corpo, não encontra lugar a tal indiferença que, com tanta frequência, parece apoderar-se dos nossos corações; porque, quem é de Cristo, pertence a um único corpo e, n'Ele, um não olha com indiferença o outro. «Assim, se um membro sofre, com ele sofrem todos os membros; se um membro é honrado, todos os membros participam da sua alegria» (1 Cor 12, 26).
A Igreja é communio sanctorum, não só porque, nela, tomam parte os Santos mas também porque é comunhão de coisas santas: o amor de Deus, que nos foi revelado em Cristo, e todos os seus dons; e, entre estes, há que incluir também a resposta de quantos se deixam alcançar por tal amor. Nesta comunhão dos Santos e nesta participação nas coisas santas, aquilo que cada um possui, não o reserva só para si, mas tudo é para todos. E, dado que estamos interligados em Deus, podemos fazer algo mesmo pelos que estão longe, por aqueles que não poderíamos jamais, com as nossas simples forças, alcançar: rezamos com eles e por eles a Deus, para que todos nos abramos à sua obra de salvação.
2. «Onde está o teu irmão?» (Gn 4, 9): As paróquias e as comunidades
Tudo o que se disse a propósito da Igreja universal é necessário agora traduzi-lo na vida das paróquias e comunidades. Nestas realidades eclesiais, consegue-se porventura experimentar que fazemos parte de um único corpo? Um corpo que, simultaneamente, recebe e partilha aquilo que Deus nos quer dar? Um corpo que conhece e cuida dos seus membros mais frágeis, pobres e pequeninos? Ou refugiamo-nos num amor universal pronto a comprometer-se lá longe no mundo, mas que esquece o Lázaro sentado à sua porta fechada (cf. Lc 16, 19-31)?
Para receber e fazer frutificar plenamente aquilo que Deus nos dá, deve-se ultrapassar as fronteiras da Igreja visível em duas direcções.
Em primeiro lugar, unindo-nos à Igreja do Céu na oração. Quando a Igreja terrena reza, instaura-se reciprocamente uma comunhão de serviços e bens que chega até à presença de Deus. Juntamente com os Santos, que encontraram a sua plenitude em Deus, fazemos parte daquela comunhão onde a indiferença é vencida pelo amor. A Igreja do Céu não é triunfante, porque deixou para trás as tribulações do mundo e usufrui sozinha do gozo eterno; antes pelo contrário, pois aos Santos é concedido já contemplar e rejubilar com o facto de terem vencido definitivamente a indiferença, a dureza de coração e o ódio, graças à morte e ressurreição de Jesus. E, enquanto esta vitória do amor não impregnar todo o mundo, os Santos caminham connosco, que ainda somos peregrinos. Convicta de que a alegria no Céu pela vitória do amor crucificado não é plena enquanto houver, na terra, um só homem que sofra e gema, escrevia Santa Teresa de Lisieux, doutora da Igreja: «Muito espero não ficar inactiva no Céu; o meu desejo é continuar a trabalhar pela Igreja e pelas almas» (Carta 254, de 14 de Julho de 1897).
Também nós participamos dos méritos e da alegria dos Santos e eles tomam parte na nossa luta e no nosso desejo de paz e reconciliação. Para nós, a sua alegria pela vitória de Cristo ressuscitado é origem de força para superar tantas formas de indiferença e dureza de coração.
Em segundo lugar, cada comunidade cristã é chamada a atravessar o limiar que a põe em relação com a sociedade circundante, com os pobres e com os incrédulos. A Igreja é, por sua natureza, missionária, não fechada em si mesma, mas enviada a todos os homens.
Esta missão é o paciente testemunho d'Aquele que quer conduzir ao Pai toda a realidade e todo o homem. A missão é aquilo que o amor não pode calar. A Igreja segue Jesus Cristo pela estrada que a conduz a cada homem, até aos confins da terra (cf. Act 1, 8). Assim podemos ver, no nosso próximo, o irmão e a irmã pelos quais Cristo morreu e ressuscitou. Tudo aquilo que recebemos, recebemo-lo também para eles. E, vice-versa, tudo o que estes irmãos possuem é um dom para a Igreja e para a humanidade inteira.
Amados irmãos e irmãs, como desejo que os lugares onde a Igreja se manifesta, particularmente as nossas paróquias e as nossas comunidades, se tornem ilhas de misericórdia no meio do mar da indiferença!
3. «Fortalecei os vossos corações» (Tg 5, 8): Cada um dos fiéis
Também como indivíduos temos a tentação da indiferença. Estamos saturados de notícias e imagens impressionantes que nos relatam o sofrimento humano, sentindo ao mesmo tempo toda a nossa incapacidade de intervir. Que fazer para não nos deixarmos absorver por esta espiral de terror e impotência?
Em primeiro lugar, podemos rezar na comunhão da Igreja terrena e celeste. Não subestimemos a força da oração de muitos! A iniciativa 24 horas para o Senhor, que espero se celebre em toda a Igreja – mesmo a nível diocesano – nos dias 13 e 14 de Março, pretende dar expressão a esta necessidade da oração.
Em segundo lugar, podemos levar ajuda, com gestos de caridade, tanto a quem vive próximo de nós como a quem está longe, graças aos inúmeros organismos caritativos da Igreja. A Quaresma é um tempo propício para mostrar este interesse pelo outro, através de um sinal – mesmo pequeno, mas concreto – da nossa participação na humanidade que temos em comum.
E, em terceiro lugar, o sofrimento do próximo constitui um apelo à conversão, porque a necessidade do irmão recorda-me a fragilidade da minha vida, a minha dependência de Deus e dos irmãos. Se humildemente pedirmos a graça de Deus e aceitarmos os limites das nossas possibilidades, então confiaremos nas possibilidades infinitas que tem de reserva o amor de Deus. E poderemos resistir à tentação diabólica que nos leva a crer que podemos salvar-nos e salvar o mundo sozinhos.
Para superar a indiferença e as nossas pretensões de onipotência, gostaria de pedir a todos para viverem este tempo de Quaresma como um percurso de formação do coração, a que nos convidava Bento XVI (Carta enc. Deus caritas est, 31). Ter um coração misericordioso não significa ter um coração débil. Quem quer ser misericordioso precisa de um coração forte, firme, fechado ao tentador mas aberto a Deus; um coração que se deixe impregnar pelo Espírito e levar pelos caminhos do amor que conduzem aos irmãos e irmãs; no fundo, um coração pobre, isto é, que conhece as suas limitações e se gasta pelo outro.
Por isso, amados irmãos e irmãs, nesta Quaresma desejo rezar convosco a Cristo: «Fac cor nostrum secundum cor tuum – Fazei o nosso coração semelhante ao vosso» (Súplica das Ladainhas ao Sagrado Coração de Jesus). Teremos assim um coração forte e misericordioso, vigilante e generoso, que não se deixa fechar em si mesmo nem cai na vertigem da globalização da indiferença.
Com estes votos, asseguro a minha oração por cada crente e cada comunidade eclesial para que percorram, frutuosamente, o itinerário quaresmal, enquanto, por minha vez, vos peço que rezeis por mim. Que o Senhor vos abençoe e Nossa Senhora vos guarde!

Vaticano, Festa de São Francisco de Assis, 4 de Outubro de 2014.
Francisco

IV dia de Carnaval no Retiro de Carnaval em Alto do Rodrigues

foto Ildecarla Lima
A Paróquia de Nossa Senhora do Rosário, no Alto do Rodrigues/RN, realizou nos últimos quatro dias a 5ª edição do Retiro de Carnaval que este ano teve como tema Deixai-vos conduzir pelo o Espírito Santo
Foto: Neto Barbosa
O evento veio com a proposta de ser uma opção para aqueles que buscavam viver um Carnaval diferente, de paz com alegria, testemunho, Pregação, Adoração, Louvor, Animação e celebração da Santa Missa repleta de muita unção, com o pároco Padre Marcelo Coutinho e a Renovação Carismática Católica. 
Com a missão de mostrar que há alegria em seguir a Jesus, proporcionando aos participantes uma profunda experiência do Batismo no Espírito Santo. 
A verdadeira alegria que não acaba na quarta-feira de cinzas.



terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

III dia do Retiro de Carnaval da Renovação Carismatica Católica em Alto do Rodrigues





 Não tem como o carnaval com Cristo !!! Alegria que não acaba na quarta-feira de cinzas
Deixai-vos conduzir pelo o Espírito Santo, no III dia do Retiro de Carnaval em Alto do Rodrigues, na Escola Francisco de Oliveira Melo, iniciando as 8:00hcom Pregação, Adoração, Louvor, Animação e celebração da Santa Missa com Padre Marcelo Coutinho e a Renovação Carismática Católica. 

Os evangelhos relatam que antes de tomar decisões ou realizar atos importantes, Jesus se retirava para uma região montanhosa ou desértica, onde passava longos tempos de silêncio e de oração. Desta maneira, por exemplo, escolheu seus seguidores mais próximos: “… naqueles dias subiu ao monte a orar, e passou a noite em oração a Deus. 
E, quando já era dia, chamou a si os seus discípulos, e escolheu doze deles, a quem também deu o nome de apóstolos” (Lc, 6, 12-13).

Imitando o exemplo de Jesus, cristãos de todos os tempos se beneficiam deste exercício espiritual para fazer as escolhas certas rumo à felicidade pessoal e do próximo. 
O retiro católico tem por objetivo fazer com que os participantes façam a experiência particular do Amor e da Misericórdia paternal de Deus. Perante essa descoberta espiritual, a vida diária ganha um novo peso e uma nova dimensão, dados pela luz da fé, que nos ajuda a enxergar a mão amorosa de Deus por trás de cada acontecimento.


segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

II dia do Retiro de Carnaval em Alto do Rodrigues

"Deixai-vos conduzir pelo Espírito Santo" no II dia do Retiro de Carnaval em Alto do Rodrigues, na Escola Francisco de Oliveira Melo.
O retiro espiritual é um momento para fortificar o “eu” e renovar seu poder pessoal.
Silêncio e tranqüilidade lhe permitem sair do movimento de “fazer” e refamiliarizar-se com o “ser”. Na verdade, a parte mais profunda de seu “ser”, a alma, é silenciosa e tranqüila.

Um retiro espiritual está ligado ao silêncio e à tranqüilidade – silêncio da mente, tanto quanto da língua; tranqüilidade do espírito, tanto quanto do corpo.


Um retiro espiritual ajuda a redescobrir e a cultivar sua consciência espiritual. Uma vez que tenha experimentado essa consciência mais elevada, tenha aprendido a reconectar-se com o seu “ser” eterno, você pode mover-se novamente para o movimento da vida com uma perspectiva refrescada.
Você terá encontrado novo propósito e significado para a vida e a maneira como se conecta com os outros e com o mundo.

Então, anime-se e venha participar do retiro conosco!
Fotos: Neto Barbosa - Pascom